01 abril 2009
Cientistas alemães inventam degustador eletrônico de vinhos
Pesquisadores de Aachen desenvolveram uma "língua eletrônica" para ajudar
a identificar vinhos falsificados. Embora mais precisa que o paladar humano, a
língua eletrônica não substitui o prazer de degustar um bom vinho.
A degustação é sempre um momento de emoção para os verdadeiros apreciadores de vinho. Com paladar treinado, eles reconhecem prontamente a qualidade, a idade e a origem da bebida. Mas agora pesquisadores desenvolveram uma "língua eletrônica", que não substitui o prazer de saborear um bom vinho, mas é eficiente para identificar falsificações. Provido de seis sensores posicionados sobre placas de platina de 36 cm², o aparelho foi desenvolvido por uma equipe de pesquisadores da Escola Técnica Superior de Aachen sob coordenação do professor Michael Schöning, juntamente a outros cientistas da Alemanha e do exterior. Saiba mais
31 março 2009
Brasileiros aproveitam a crise para aumentar presença no mercado europeu
Segundo o Instituto Brasileiro do Vinho, Ibravin, as dez vinícolas brasileiras que participam este ano da ProWein, feira internacional das indústrias líderes na produção mundial de vinho, já vieram com importadores definidos, o que representa um fato inédito.
Em sua quinta participação na feira, que acontece na cidade alemã de Düsseldorf, o país procura consolidar e intensificar sua presença no mercado europeu. "Os vinicultores querem agora mostrar seus novos produtos e eventualmente ampliar o número de importadores", explica Andreia Milan, gerente do projeto Wines from Brazil, do Ibravin.
Diferentemente das vinícolas chilenas, que se posicionam no mercado internacional há 30 anos, e das argentinas, que estão há mais de 10 anos na Europa, só em 2004 é que as brasileiras se adequaram a padrões internacionais de qualidade, necessários para vender seus produtos no exterior.
Esperança de crescimento em meio à crise
No ano passado, as vinícolas brasileiras obtiveram cerca de 150 mil dólares negociando marcas na ProWein. Neste ano, mesmo com a economia global em crise, não há pessimismo. Segundo dados do Ibravin, 15 marcas brasileiras estão disponíveis no mercado europeu. Somente a Alemanha já absorveu 7% das exportações brasileiras em 2008.
Para Milan, a crise global movimenta o mercado em busca de produtos novos. "O vinho brasileiro tem características próprias que o levam a ser considerado diferente no mercado internacional", conta.
A importadora Ana Maria Rodrigues-Hoffmann acredita que venderá quatro vezes mais marcas brasileiras que no ano passado na Alemanha, na Suíça e na Áustria. "Pretendo vender 48 mil garrafas neste ano", diz. Ela acredita que a mídia especializada adotou um foco mais positivo a respeito do Brasil, que é o quinto maior produtor do Hemisfério Sul.
Também Milan argumenta que os expositores em Düsseldorf procuram valorizar o fato de o vinho brasileiro ser leve e de teor alcoólico moderado. Outro diferencial brasileiro seria a produção manual, sem irrigação e de forma familiar.
"Quem quer qualidade tem que pagar bem"
Rodrigues-Hoffmann conta que os vinhos brasileiros mais comercializados no mercado europeu são o Cabernet Sauvignon e o Merlot. O preço da garrafa varia entre 6 e 15 euros. O produto é oferecido na Europa para grandes atacadistas, restaurantes, empresas de vendas online e adegas comerciais especiais.
Para ela, a indústria brasileira aposta na qualidade para melhorar sua posição no mercado europeu. Em contrapartida, garrafas chilenas e argentinas podem ser encontradas há muito tempo nos supermercados mais populares da Alemanha já a partir de 2 euros.
"Hoje as empresas desses países têm dificuldade em elevar o preço de seus produtos na Europa", explica Rodrigues-Hoffmann. Segundo ela, não há motivo para os brasileiros correrem o risco de baixar o preço do produto. "Se os europeus querem a qualidade das empresas que represento, têm que pagar o preço", exige a importadora, que negocia o vinho brasileiro nas grandes cidades alemãs.
À beira do "Velho Chico"
O objetivo das vitivinícolas do país de ampliar a presença do vinho brasileiro na Europa pode até ser vista com ceticismo, diante da pouca tradição do Brasil na exportação do produto. Porém, estrangeiros já vêem na produção de vinho no Brasil uma oportunidade de lucrar no mercado europeu.
É o caso da portuguesa Dão Sul, que produz vinhos no Vale do São Francisco em parceria com exportadores brasileiros. "Conseguimos entrar com força no mercado britânico com nosso vinho produzido em Pernambuco", afirma o enólogo Tiago Macena, que expõe no estande brasileiro na ProWein.
O desafio de produzir um vinho no Brasil acabou se tornando uma surpresa profissional positiva para Macena. "Enquanto em Portugal temos uma safra por ano, à beira do Rio São Francisco as condições climáticas nos permitem produzir vinho quase todos os meses", afirma o português.
Artigo de Marcio Pessôa, publicado em 31/03/09 no Deutch Weller
25 março 2009
Notícias da Bahia
Associação Brasileira de Sommeliers- Seção Bahia, com sede em Salvador, foi fundada em 2001 e está em plena atividade, realizando degustações periódicas e programando uma seqüência de cursos que dão respaldo e autoridade para esta jovem entidade. Recebemos mail de um associado, o Sr. Mario Marcio Raposo, meu antigo companheiro de Colégio Militar e que nos encontrou na web, estas notícias da ABS-Bahia, que me apresso em sintetizar aqui:
“A anuidade não é lá estas coisas. Garante o material usado , a infraestrutura - taças, água, pãozinhos e o garçon que serve - parece um Lord....
São reuniões divertidas , considerando que a maioria dos confrades é da classe médica e engenheiros da Petrobrás... Dá de tudo, os assuntos são os mais diferentes que possa imaginar...Claro que sempre há uma preleção sobre os vinhos escolhidos e sempre haverá um entendido nos mesmos. As discussões são hilárias, ainda que sérias...”
Na última reunião em 23 de março, foram degustados alguns Supertoscanos:
- San Fabiano Calcinaia Cerviolo 2001.
- Montepulciano Le Stanze IGT 2005.
- Castello del Terriccio Tassinaia 2004.
- San Giusto a Rentennano Percarlo 2003.
- La Spinetta – Il Nero di Casanova 2006.
Bom, agradeço ao MM as informações e fica aqui a sugestão para que a nossa confraria programe logo uma degusação de Supertoscanos.
06 março 2009

E lembrem-se, amanhã, sábado, dia 7 de março, teremos nosso encontro mensal. Até lá.
Diana de Carvalho
11 fevereiro 2009
Vinhos do Rhône
Aconteceu no dia 7 de fevereiro, sábado, o encontro mensal da Summer Wine confraria, onde foram estudados os vinhos das Côtes-du-Rhône. Como programado, neste último encontro foram degustados os seguintes vinhos:
- Côtes-du-Rhône Parallele 45, Blanc, safra 2007
- Côtes-du-Rhône Belleruche, Blanc, safra 2007
- Chateau de La Tuilerie Syrah/Grenache, Tinto, safra 2006
- Côtes-du-Rhône Belleruche, Tinto, safra 2006
Acompanhando o jantar onde o prato principal foi um delicioso Ossobuco em seu próprio molho, guarnecido com Polenta Frita ao Molho de Shitake no Azeite e Alho, desgustou-se um fantástico Châteauneuf-du-Pape Les Cèdres, Tinto, safra 2006.

Neste encontro, num agradável e crescente clima de descontração, os confrades se reuniram com o sommelier Gilberto Varejão, e degustaram e analisaram vinhos tintos e brancos da região, preencheram as fichas técnicas, assim desenvolvendo olfato e paladar. Abaixo o momento em que o sommelier iniciava suas explanações sobre os vinhos do Vale do Rhône.
Na foto a seguir nosso Presidente, José Montelo, Ricardo Carvalheira e a secretária Fafá Catran, discutindo questões de ordem da confraria, momentos antes dos inícios dos trabalhos. À margem dos debates administrativos, aparecem os confrades Catarina e Felipe Cunha e Flávia Clare.
Se você gosta de vinhos e quer aprender sobre este fantástico mundo, junte-se a nós. É um programa descontraído e divertido, onde aos poucos desenvolvemos o contato visual, olfativo e o paladar, degustando ótimas garrafas indicadas pelo sommelier, além de apreciar um excelente jantar e conhecer pessoas simpáticas e interessantes. Entre em contato através dos telefones (24)2484-3983 ou (24)9968-1000 com Fátima, secretária da confraria, ou (24)2484-1814, no Summer Garden.
05 fevereiro 2009
Encontro da Confraria: Vinhos das Côtes-du-Rhône

No dia 07 de fevereiro, sábado às 21h, reunir-se-ão os Confrades para debater o tema Vinhos das Côtes-du-Rhône.
No jantar de harmonização figura o prato: Ossobuco com Polenta de Shitake
Vinhos que serão degustados:
- Côtes de Rhône Parallele 45 Blanc 2005 Paul Jaboulet Ainé
- Saint Peray 2002 M. Chapoutier
- Chateaux de la Tuilerie Shiraz/Grenache 2006
- Côtes du Rhône Belleruch 2006 M. Chapoutier
- Chateauneuf-du-Pape Les Cedres 2005 Paul Jaboulet Ainé (vinho do jantar)
O preço para não confrades é de R$ 180,00
18 janeiro 2009
Aviso aos Navegantes: Chile!
Olá Confrades e Amigos
- Concha Y Tor
- Undurraga
- Viña Bissquer
- Manet
- Veramonte
USD 1890,00+ tx de embarque apto duplo
Formas de pagamento:Cheque pré 1 +
Abraços, Fafá.
14 janeiro 2009
Vinhos do Vale do Loire

Como de praxe, o sommelier Gilberto Varejão levou-nos a uma fantástica viagem de aromas, cores e sabores. Foram degustados os seguintes vinhos:
- Savennières Clos Saint Yves, Chenin Blanc, 200
- Blanc de Blancs Comte d'Ormont Brut- Espumant
- Rosé de Loire, 2006.
- Samur-Champigny Les Treilles - Cabernet Franc, 200
Ao jantar, a chef Diana Carvalho apresentou um prato bem estruturado para harmonizar com o excelente Aquarelle Sancerre, 2006, 100% Pinot Noir: Bacalhau aos Prazeres. Filé de Bacalhau do Porto, cozido no leite, frito em azeite, ao molho de alho, cebola, azeite e pimentões coloridos, guarnecido com batatas, ovos de codorna , cenouras baby, tomates pêra e azeitonas recheadas, puxados no azeite e alho. A pedidos, o prato entrará no cardápio do Summer Garden a partir do próximo final de sema
O próximo encontro será dia 7 de fevereiro, sábado, quando estudaremos a região do Rhône. Decidimos continuar na França.
Ficou tentado a participar? Você é super bem vindo!!! Temos certeza que, como nós, ficará ansiosamente esperando pelo próximo encontro